ESQUADRILHA DE SUBMERSÍVEIS-ESTAÇÃO A TERRA
Informação não tratada arquivisticamente.
Nível de descrição
Fundo
Código de referência
PT/BCM-AH/138
Tipo de título
Atribuído
Título
ESQUADRILHA DE SUBMERSÍVEIS-ESTAÇÃO A TERRA
Título paralelo
Ex. Esquadrilha de Submarinos (ES)
Datas de produção
1913
a
1962
Entidade detentora
Biblioteca Central de Marinha - Arquivo Histórico
História custodial e arquivística
O Decreto-lei n.º 42840, de 10 de Fevereiro de 1960, criou o Arquivo Geral da Marinha, que substituiu o antigo Arquivo da Marinha. Pelo artigo 3º do referido Decreto-lei, o Arquivo Geral da Marinha é constituído por um Arquivo Central, um Arquivo Histórico, uma Biblioteca e uma secretaria, dispondo de um conselho administrativo. O Decreto-Lei n.º 49/93, de 26/02, aprova a nova Lei Orgânica da Marinha (LOMAR) e altera a estrutura existente. O Decreto Regulamentar nº 35/94, de 01/09 define as competências e Organização dos Órgãos da Marinha de Natureza Cultural, passa o Arquivo Central da Marinha para a dependência orgânica da Biblioteca Central da Marinha, incluindo um Arquivo Central e um Arquivo Histórico) e a Declaração de Retificação nº 213/94, de 30/11 (Marinha) retifica o Dec. Reg. Nº 35/94, extinguindo o Arquivo Geral da Marinha.Por sua vez, A Lei Orgânica da Marinha publicada em 2009 (Decreto-lei 233/2009, de 14 de Setembro) coloca o Arquivo Central na dependência da Superintendência dos Serviços de Tecnologias da Informação, com a denominação de Centro de Documentação, Informação e Arquivo Central da Marinha, continuando o Arquivo Histórico na dependência da Biblioteca Central da Marinha. Proveniente da Capitania do Porto de Lisboa. A documentação foi transferida para o Arquivo Geral da Marinha e incorporada, em 2007, no Arquivo Histórico.
Fonte imediata de aquisição ou transferência
Transferência do Arquivo Intermédio.Transferência feita por Guia de Remessa pela ES no ano de 2023.
Âmbito e conteúdo
A Esquadrilha de Subsuperfície é o comando administrativo da Marinha Portuguesa, ao qual compete garantir o aprontamento dos seus submarinos e unidades de mergulhadores. A ES é comandada por um capitão de mar e guerra, da dependência do comandante da Flotilha.A primeira Esquadrilha de Submersíveis tornou-se realidade na Marinha no ano de1917. No entanto, no passado longínquo, existiu o interesse em construir um meio aquático que navegasse discreto debaixo de água. A ideia foi sedimentada e no século XIX, foram canalizados esforços por vários países na ânsia de criarem um submarino. No século seguinte, o mundo veio a conhecer o valor da arma submarina e o seu contributo para afirmação do poder militar no mundo.Em Portugal, dois oficiais de Marinha percursores da arma submarina, Fontes Pereira de Melo e Valente da Cruz, mostraram o seu valor com os seus projetos. Contudo, nenhum deles viria a ter o sucesso desejado, de ver os seus projetos aceites para construção.Começado o século XX, o país mostrou-se relutante em adquirir a arma submarina, pois havia quem defendesse que seria prematuro adquirir uma arma que ainda não tinha dado provas concretas. Por outro lado, reforçava-se a opinião da necessidade de defender a costa portuguesa incidindo na proteção do porto de Lisboa com recurso a um submarino.A primeira Esquadrilha de Submersíveis, contribuiu de forma significativa para a defesa de Portugal, tanto na defesa da costa, durante a Grande Guerra, como através da criação de uma verdadeira escola de submarinistas em Portugal, património que vem até aos nossos dias, sendo valor acrescentado que se constitui como vetor fulcral de treino da esquadra de superfície para a luta anti-submarina.
Sistema de organização
Organizado por Séries Documentais de acordo com o assunto e cronologicamente.
Instrumentos de pesquisa
Índices e Guia de Fundos